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sexta-feira, 8 de maio de 2009

ALMA DO POETA


ALMA DO POETA


Cintilando trémula e esquecida
aquela luz se apagou.
Naquele clarão da vida
outro e outros seres se estaziaram
num mundo ilimitado.
Num espaço perdido
alguém despertou
reanimando o desconhecido
céu azul.
Descalça e espavorida
a Alma do Poeta se perdeu
entre mil linhas de poesia.
Dormitando
pedras e espíritos se reuniram
amando o além.

Deolinda de Almeida
1973

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