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sexta-feira, 8 de maio de 2009

SAUDADE


SAUDADE


Pedra em que tropeço
dia e noite.
Luar que cintila
mas que não vejo!
Balada que pouco a pouco
se incendeia.
Espírito que apenas um vulto
se transforma numa imagem.
Triste, tristemente
a minha Alma se apaga!
No meu peito
a chama do meu sêr desaparece.
Desesperadamente
procuro!…

Deolinda de Almeida
1973

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